O day after do Corinthians em relação aos protestos da Torcida Organizada pela má fase da equipe foi de muita conversa. Uma reunião de mais de duas horas foi realizada entre Cássio, o empresário do jogador Carlos Leite, Gil (por telefone) e quatro advogados. De acordo com o jornalista Carlos Cereto, em informação publicada no Twitter, o goleiro corintiano teria pedido para deixar a equipe.
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Cássio ficou bastante abalado com as ameaças de morte que sua família sofreu. E desta forma acabou pedindo para rompeu seu contrato, válido até 2024. O goleiro disse que sua família está bastante assustada com tudo o que aconteceu e conversou sobre a possibilidade de atuar no futebol dos Estados Unidos.
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Na reunião, o goleiro teria deixado essa condição como irredutível de sair do país para sentir-se mais confortável na prática de seu trabalho. No entanto, após muitas conversas, o presidente do Corinthians, Duilio Monteiro Alves, convenceu o arqueiro a cumprir seu vínculo contratual.
Em contrapartida, ofereceu segurança particular para o goleiro e sua família. Além disso, Duilio disse que iria blindar o jogador de tudo. A situação, de acordo com Carlos Cereto, é esta. Assim como Cássio, Gil também disse que continuaria na equipe.
Nota oficial de Cássio, goleiro do Corinthians, sobre ameaças de morte
Após registrar o Boletim de Ocorrência, o goleiro Cássio emitiu uma nota por meio da qual relata a questão dos áudios recebidos por sua esposa e diz que considera uma grande injustiça o que está enfrentando.
“Resolvi me manifestar depois dos fatos que aconteceram com a minha família nesta quinta-feira (07/04).
Encaminhei à polícia os áudios recebidos por minha esposa, para que, quem tenha competência necessária, possa cuidar do caso. Não posso aceitar esse tipo de ameaça de forma alguma. Espero que a justiça seja feita.
Sempre fui um jogador que lidou bem com críticas, discordei e me defendi quando necessário, além de admitir falhas quando entendi que elas aconteceram.
Mas desafio alguém a provar que eu tenha ficado mais de dez anos no Corinthians sendo “vagabundo” ou “paneleiro”, os termos que foram usados hoje e que aparecem em algumas manifestações vez ou outra.
Sempre fui um jogador que me dediquei ao máximo e procurei ajudar dentro e fora dos campos os treinadores, atletas e dirigentes que passaram por aqui. Muitas vezes, entrei em campo sem as minhas melhores condições para ajudar o Corinthians. E fiz isso sem esperar nada em troca. Fiz porque sou assim. Sou muito grato ao Corinthians e procuro retribuir essa gratidão deixando tudo o que posso a cada dia.
Tenho total consciência que devo provar sempre porque cheguei a quase 600 jogos e conquistei nove títulos por esse clube. Nunca sentei em cima das glórias, até porque não ganhei nada sozinho e quero seguir ganhando enquanto eu tiver contrato vigente.
Por tudo isso, não aceito o que aconteceu e não quis ficar calado diante de tanta injustiça”, diz nota publicada por Cássio, goleiro do Corinthians.
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