Depois dos 3 a 0 diante do Fluminense, António Oliveira pediu a palavra no vestiário do Corinthians e dedicou a vitória para Cássio, que viveu momentos complicados recentemente:
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“Gostaria de dedicar essa vitória… Eu não senti, mas talvez eu perceba muito daquilo que você viveu e está vivendo. Portanto, um abraço enorme de alguém que tem uma estima enorme por alguém que é o maior ídolo da história do clube. Quem sou eu para dizer isso, mas essa vitória é toda dedicada a você. Uma salva de palmas”, disse o treinador.

Veja o que disse o goleiro do Corinthians:
Em seguida, o próprio goleiro desabafou e fez uma revelação:
“Acho que a primeira coisa é a gente ter humildade, não ter vaidade. Quando o mister disse que o Carlos Miguel ia jogar, ele perguntou para mim se eu queria sair de folga. Que líder seria eu, que índole eu teria, se eu deixasse vocês nessa situação. Jamais eu faria isso. A gente só saiu dessa situação juntos e as coisas vão acontecer bem juntos. Um vai jogar, depois outro joga. A gente tem que estar prontos para ajudar quem estiver jogando. Grupo ganha coisas, não jogador”, iniciou.

“Pode estar chateado por não jogar, isso é normal, porque se você está feliz por não jogar tem algo errado. Mas ter humildade de ajudar o companheiro. Esse é o caminho. Vamos comemorar, passamos por dias difíceis com derrotas, mas não podemos baixar a guarda. É um campeonato muito duro, não tem jogo fácil. Feliz pela resposta do time, pela personalidade”, destacou.
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